Só o incompreensível é infinito..
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
“Sou apaixonado por abraços. Não resisto a segurança de abraços fortes, sinceros que me envolvem e sinto como se um choque de esperança me fizesse ver as coisas de outra maneira. Então, poupe-se de procurar palavras pra me agradar, de algo que me faça sorrir e me sentir melhor… Apenas me abrace, e me segure bem forte!”
— (Caio Fernando Abreu)
— (Caio Fernando Abreu)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
mesmo sabendo ..
Que eu nunca perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa. Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim. Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo sabendo que o mundo é pequeno.
αmαr.
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebo...lado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.
Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro.
Difícil é amar quem não está se amando.
Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Caio F.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração. sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam. fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar. calar-me para ouvir. aprender com meus erros, afinal eu posso ser sempre melhor. a lutar contra as injustiças. sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. a ser forte quando os que amo estão com problemas. ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho. ouvir a todos que só precisam desabafar. amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos. perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. alegrar a quem precisa. pedir perdão. sonhar acordado. acordar para a realidade (sempre que fosse necessário). aproveitar cada instante de felicidade. chorar de saudade sem vergonha de demonstrar. me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las. ver o encanto do pôr-do-sol. sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser. abrir minhas janelas para o amor. não temer o futuro. me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
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